Vejo-te avançar,
De olhos postos no céu,
Mais nada te importa
Só contemplar a beleza do azul cristalino...
De repente vejo teu pé direito no ar
Sobre o precipício:
Grito e corro para ti,
Abraço-te pelas costa,
Cais sobre mim
Sem perceberes bem o que se passa!
Olhas-me como se fosse uma aparição,
O sol incide fortemente no teu rosto
E eu não consigo perceber bem no que pensas...
Abraças-me com uma força desumana
Mas carinhosa
E finalmente vejo-te o rosto!
Apenas te ouço perguntar.
“Como te chamas, anjo-da-guarda?”

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